Júri

Júri Oficial Competitiva Internacional

Djalma Calmon

Djalma Calmon é formado em Letras Vernáculas e pelo Curso de Cinema, ambos da UFBA, é formado em Direção Cinematográfica pelo Instituto de Cinema e em Direção de Fotografia pela Tanah. É professor de Literatura, Gramática e Redação há 14 anos. Dirigiu e roteirizou os Curtas José, Sujeito Objeto e A barraca de Capeta. Foi diretor do especial de fim de ano do Canal Tela Preta. Seus últimos trabalhos foram a direção do Especial de Durban para ONU BRASIL, a assistência de direção dos filmes 5 Fitas, Quantos Mais e O medo além da tela. É consultor de roteiro dos filmes O baiano precisa ser estudado e 5 Fitas, contemplados na Lei Aldir Blanc. É professor de roteiro do curso de audiovisual Labcines. Sócio fundador do Coletivo Sujeito Filmes e membro da Ouriçado Produções, onde ocupa as funções de diretor, roteirista e produtor.

Milena Anjos

Milena Anjos é graduada em Produção em Comunicação e Cultura e Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia. Roteirista e Produtora da Websérie Punho Negro, premiada como Melhor Ideia Original pelo Rio Webfest 2018. É roteirista da série “Casa da Vó” – realização da Wolo TV. Realizou a produção do documentário “Cine Rio Branco” (2017), e do curta-metragem “Cinco Fitas” (2020). Roteirizou e dirigiu o documentário “Mulheres na Produção” (2018) e o curta-metragem “Transição” (2017). Fez a produção local do lançamento dos longas “Divinas Divas” e “As Duas Irenes” (2017) em Salvador. Entre 2012 e 2014 trabalhou na Assessoria de Comunicação da Diretoria de Audiovisual da Bahia (Dimas). Hoje atua no Núcleo de Produção da Fundação Gregório de Mattos, é também Co Fundadora da Escolafro – escola de referências negras para as crianças do Subúrbio Ferroviário de Salvador e Podcaster no “Do Nada, um Podcast”.

Paula Lice

Paula Lice é atriz, diretora, performer e escreve para teatro, cinema e TV. É graduada em Letras, com mestrado em Teorias e Crítica da Literatura e da Cultura e doutorado em Artes Cênicas, todos pela UFBA. Destaca-se no seu repertório, o curta-metragem “Jessy” (2013) – que deu origem ao reality show “Drag me as a queen”, do qual é co-criadora. É tambpem co-criadora do longa-metragem “Ridículos”(2016), que foi escolhido como melhor roteiro no 40 Festival Guarnicê de Cinema. Participou como atriz do longa-metragem “Pinta” (2013), de Jorge Alencar, do curta Estela, de Hilda Lopes Pontes, pelo qual ganhou uma menção honrosa pela sua atuação no Panorama Internacional Coisa de Cinema 2017 e da série “A professora de música” (2016), de Edson Bastos e Henrique Filho. Foi preparadora de elenco desta última e do curta “Menino da Gamboa” (2014), de Pedro Perazzo e Rodrigo Luna. Com intensa dedicação ao universo infantil, Paula Lice é co-autora da peça, do curta-metragem de animação “Miúda e o guarda-chuva”, realizado através da única edição do ANIMATV, em 2010. Escreveu, dirigiu e produziu “Para o menino-bolha”, indicado ao Prêmio Braskem de Teatro 2015, nas categorias melhor direção, espetáculo infanto-juvenil e texto, tendo sido vencedor do último. Lançou, de forma independente, seu primeiro livro infantil “A Gilafa”. Ainda para a infância, assinou a dramaturgia do espetáculo de dança “Quarto Azul” (2013), dirigiu “O mundo de dentro” (2015), escreveu e dirigiu “Priscilla e o tempo das coisas” (2016) e assinou dramaturgia e direção do espetáculo de dança “Bonito” (2017), indicado ao Prêmio Braskem na categoria infanto-juvenil. Como atriz, foi indicada ao Prêmio Braskem de Teatro pela sua atuação em “A persistência das últimas coisas” (2017), de Celso Júnior. Atualmente é professora do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias aplicadas, da UFRB. Mais informações: http://paula-lice.com.

Júri Oficial Competitiva Nacional

Leila Bourdoukan

Leila Bourdoukan é jornalista e produtora cultural atuando no mercado da indústria criativa desde 1992, quando trabalhou na produção de programas políticos, vídeos institucionais, filmes e eventos. Entre 1999 a 2020, criou, produziu e gerenciou projetos especiais para os cinemas Itaú e distribuidoras Espaço Filmes e Arteplex Filmes. Nos últimos cinco anos vem se dedicando à consultoria para empresas e instituições em busca de promover e distribuir conteúdo brasileiro no Brasil e no mundo, inclusive com passagens pelo Cinema do Brasil e Spcine. Também atua como assessora de imprensa e na avaliação e seleção de projetos para editais e de filmes para festivais.

Pedro Pimenta

Pedro Pimenta iniciou a sua carreira em 1977 no Instituto Nacional de Cinema de Moçambique. Desde então, foi produtor, co -produtor e produtor executivo em inúmeros curtas e longas tanto documentário como ficção no seu país, assim como
em muitos outros países africanos. Entre 1997 e 2003, Pedro dirigiu o UNESCO Zimbabwe Film and Video Training Project for Southern Africa em Harare. Como parte das suas funções ,criou e dirigiu diversos programas de formação na região. Até 2005, foi membro do Prince Claus Fund Awards Committee dos Países Baixos. Criou e dirigiu o festival de documentário DOCKANEMA em Moçambique, tendo servido como membro de júri em muitos festivais internacionais. Também dirigiu o Durban International Film Festival na África do Sul até 2016 .Em 2018, foi nomeado membro da Academia dos Oscares. Desde 2016, é mentor no Ouaga Film Lab, iniciativa que enquadra e apoia jovens cineastas do continente, no desenvolvimento de projectos cinematográficos .

Mickaël Gaspar

Artista multidisciplinar, Mickaël Gaspar completou o Conservatório de Arte Dramática de Paris. Realizou o Mestrado em Estudos Cinematográficos e Audiovisuais na Universidade Paris 8. Trabalhou como ator de teatro para diversos encenadores, em cinema, televisão e é também bailarino. Paralelamente, realiza curtas-metragens, trabalha como fotógrafo e guionista de cinema. Em 2015, trabalhou como programador da Festa do Cinema Francês e desde 2016 é programador e produtor do Festival de Cinema IndieLisboa.

Júri Oficial Competitiva Baiana

Camila Vieira

Camila Vieira é jornalista, crítica e curadora de cinema. Doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Escreve atualmente na revista eletrônica Multiplot. Faz parte da equipe de curadoria de curtas-metragens da Mostra de Cinema de Tiradentes, desde 2018, e da mostra contemporânea de curtas da CineOP, desde 2019. Integrou a equipe de programação da Semana de Cinema, antiga Semana dos Realizadores, em 2017, 2018 e 2020. Publicou recentemente o livro “Mulheres Atrás das Câmeras: as cineastas brasileiras de 1930 a 2018”, pela editora Estação Liberdade (2019). É integrante da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine).

Phelipe Caetano

Phelipe Caetano é roteirista, diretor e editor audiovisual. Co-fundador do Macumba Lab, coletivo de realizadores negras do Sul do Brasil. Escreveu, dirigiu e editou o curta “Duas Marias e Milá” (2020) e o webdoc “Família (Trans)dicional BR” (2020), além de ter sido assistente de direção de “Desvirtude” (2020) de Gaultier Lee, eleito melhor curta-metragem gaúcho no Festival de Cinema de Gramado. Integra a equipe de roteiristas da animação “O Pequeno Nico e as Perguntas Gigantes” (em pré-produção). É consultor de roteiro de uma série em desenvolvimento para streaming com direção de Vicente Amorim e também deu consultoria para a série “O Oráculo das Borboletas Amarelas” de Tatiana Naquete exibida na TV Brasil (2018).

Jo Serfaty

é diretora e roteirista. Mestre em cinema pela UFF (2019). Já dirigiu quatro curtas-metragens entre ficção e documentário. Em 2019 estreou seu primeiro longa-metragem, “Um Filme de Verão”, que participou de importantes festivais internacionais e recebeu o prêmio de Melhor Filme no Alternativa Festival de Cine Independiente de Barcelona(2020) e Transcinema, Peru(2020). Passou a integrar a Comissão de Seleção do Documentary Fund Winter Cycle de Sundance e também é tutora de projetos em desenvolvimento do DOC SP. Jo Serfaty também oferece aulas de direção de cinema e escreve projetos de séries e um novo filme de ficção.

Júri APC Competitiva Nacional

Norlan Silva

Norlan Silva, 44 anos, é professor, diretor e produtor de cinema e audiovisual soteropolitano, com 25 anos de experiência à frente da Prisma Vídeo, produtora e distribuidora de conteúdos e propriedades intelectuais para multiplataformas com atuação em Salvador, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Foi produtor executivo do documentário “Zirig Dum Brasília” (2014), vencedor do Festival de Brasília. Foi diretor dos documentários “Na Trilha de Lampião” (2009), “Cabeça de Lampião” (2010), “Síndrome de Clown” (2018), co-produção com Canal Futura e vencedor do Chamado Público de Documentários pela Fundação Roberto Marinho. Foi produtor das séries documentais “Palhaças do Mundo” (2016) e “Filhos da Terra” (2019), finalista do Prêmio Rodrigo de Melo Franco, do IPHAN. Foi presidente da Associação dos Documentaristas e Curta-Metragistas – ABD-DF (2014-2015). Foi secretário executivo e vice-presidente do Congresso Brasileiro de Cinema-CBC (2014-2017). Atualmente, faz parte da diretoria colegiada da Associação dos Produtores e Cineasta da Bahia-APC (2021-2023), finalizando o documentário “Minha Mãe é Palhaça” e também co-roteirizando, co-dirigindo e co-produzindo a série documental de animação “Tamoyos: a história dos brasileiros”., 44 anos, é professor, diretor e produtor de cinema e audiovisual soteropolitano, com 25 anos de experiência à frente da Prisma Vídeo, produtora e distribuidora de conteúdos e propriedades intelectuais para multiplataformas com atuação em Salvador, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Foi produtor executivo do documentário “Zirig Dum Brasília” (2014), vencedor do Festival de Brasília. Foi diretor dos documentários “Na Trilha de Lampião” (2009), “Cabeça de Lampião” (2010), “Síndrome de Clown” (2018), co-produção com Canal Futura e vencedor do Chamado Público de Documentários pela Fundação Roberto Marinho. Foi produtor das séries documentais “Palhaças do Mundo” (2016) e “Filhos da Terra” (2019), finalista do Prêmio Rodrigo de Melo Franco, do IPHAN. Foi presidente da Associação dos Documentaristas e Curta-Metragistas – ABD-DF (2014-2015). Foi secretário executivo e vice-presidente do Congresso Brasileiro de Cinema-CBC (2014-2017). Atualmente, faz parte da diretoria colegiada da Associação dos Produtores e Cineasta da Bahia-APC (2021-2023), finalizando o documentário “Minha Mãe é Palhaça” e também co-roteirizando, co-dirigindo e co-produzindo a série documental de animação “Tamoyos: a história dos brasileiros”.

Henrique Dantas

Henrique Dantas é diretor, roteirista e diretor de arte. Entre os seus trabalhos estão o longa metragem, “Filhos de João, Admirável Mundo Novo Baiano, o curta doc “Ser Tão Cinzento”, o curta ficção “A Bicicleta do Vovô”, o longa documentário, “Sinais de Cinza, A Peleja de Olney Contra o Dragão da Maldade”, o longa documentário “A Noite Escura da Alma” e o mais recente, “Dorivando Saravá, O Preto que Virou Mar”, além da série de Ficção, “A Bicicleta do Vovô”.

Edyala Yglesias

Nascida na Bahia, de mãe baiana e pai colombiano. Formou-se em direito pela Ufba, mas o que a atraía de verdade eram as imagens de cinema. Graduou-se em cinema pela universidade Paris3, Sorbonne-Nouvelle, para lá voltou muitos anos e alguns filmes depois para preparar sua tese de doutorado O labirinto espelhado de Eva : o mito do eterno feminino sobre o poder colonizador das imagens. No centro do seu interesse, as relações entre imagens e mulheres. Seus filmes, dentre os quais destacam-se os documentários À margem e Mão dupla e as ficções Era uma vez uma flor, O diário do convento, episódio de Três histórias da Bahia e No coração de Shirley tratam da exclusão. No Rio de Janeiro, em 1986, participou d criação do Coletivo de mulheres de Cinema e Video, primeira organização feminista no âmbito do audiovisual brasileiro, promotor de seminários e mostras nacionais e internacionais de Filmes de Mulheres com destaque para a Mostra mulheres de cinema, levada em sete capitais brasileiras e o Women’s film forum, no âmbito da Conferencia Mundial da Década das Mulheres em Nairobi, Quênia. No momento, vive entre o Brasil e a Suécia, com períodos na França. Batalha a edição de livro baseado nas pesquisas acadêmicas desenvolvidas nos últimos anos e na sua experiência de produtora/consumidora de imagens.

Júri APC Competitiva Baiana

Priscilla Andreata

Priscilla Andreata é doutora em Ciências Sociais pela UFBA, escritora, roteirista, pesquisadora e sócia da produtora Baião de Dois. Autora de argumentos e roteiros de micro séries exibidas pela TV, como “Causos do Futebol” e “Caymmi 100 anos”, do curta “Futebol Além dos Sentidos”, do telefilme “Desatando Nós” e do “Novo Dentro Profundo”, vencedor do Festival Arte como Respiro/Itaú Cultural 2020. Semifinalista do Cabíria Festival 2021 com o roteiro do piloto da série “Na Trilha do Samba”, está trabalhando na pesquisa e roteiro do doc de longa-metragem “Roque Ferreira – O Samba é a Minha Oração”, que será produzido em 2022.

Daniele Canedo

Daniele Canedo é mãe, capoeirista, produtora, gestora cultural e pesquisadora. É doutora em Cultura e Sociedade pela UFBA e em Mídia e Estudos da Comunicação pela Universidade Livre de Bruxelas, com pós-doutorado em Comunicação e Economia (UFS) e em Administração (UFBA). É professora da UFRB, onde está na Coordenação de Cultura e Universidade da Proext. Também é pesquisadora e coordenadora do Observatório da Economia Criativa da Bahia. Atua como conselheira representante do audiovisual no Conselho Municipal de Política Cultural de Salvador e da Associação de Produtores e Cineastas da Bahia (APC).

Alessandra Pastore

Alessandra Pastore é graduada em Comunicação Social com habilitação em jornalismo. Técnica em Administração de Empresas. Produtora Executiva da Salitre Conteúdos AudiovisuaisFoi coordenadora da Bahia Film Commisison – Secult Bahia – por 9 anos. Seus últimos trabalham foram como Diretora de produção da Série documental Histórias Submersas (2020), Coordenadora de produção no Longa-metragem de Ficção NINA (2020), produtora do Projeto EnCIRCOpedia Virtual – Bahia/Sergipe (2020), diretora de produção do documentário Palhaços (2021).

Júri BRADA de Direção de Arte Competitiva Nacional

Larissa Nepomuceno

Larissa Nepomuceno é Pesquisadora Cinematográfica, Roteirista, Documentarista e Diretora de Arte. Membra da APAN e da BRADA, formada em Cinema pelo Centro Europeu, em Artes Visuais pela UFPR e Mestre em educação pela mesma universidade. Tem interesse em pautas identitárias e direitos humanos. Dirigiu os premiados “Megg – A Margem que Migra para o Centro”(2018) (recebeu 8 prêmios e 3 menções honrosas), e “Seremos Ouvidas” (2019) (recebeu 7 prêmios em 6 menções honrosas, incluindo o 10+ filmes brasileiros favoritos do público no 32° Curta Kinoforum). Está desenvolvendo uma série documental sobre feminismo surdo e trabalhando na pré-produção de seu novo filme, sobre mulheres negras no mercado de trabalho. Além de dirigir e roteirizar, tem também experiência no departamento de arte, assistência de direção e montagem.

Séphora Silva

Arquiteta e urbanista pela UFPE desde 1991. Fez Formação e Capacitação Audiovisual pela Universidade de Guadalajara/México (1996) e pós-graduação em Arquitetura e Light Design (2016). É cineasta desde 1994. Dirigiu e roteirizou os curtas “Sihem” e “A Felicidade Não É Deste Mundo” . Assina a direção de arte dos longas “Amores de Chumbo”, de Tuca Siqueira, “Recife Assombrado” (Adriano Portela) e da série de TV “Suplicium” ( Andre Pinto/Henrique Spencer), além de vários curtas-metragens. Também faz cenografia e figurinos para teatro, expografia, light design. Ganhou prêmios de direção de arte com o longa “Amores de Chumbo”, com os curtasmetragens “Maria e “A felicidade não é deste mundo” e como figurinista com o curta “Edney”.

Carol Tanajura

Carol Tanajura é Diretora de Arte e Cenógrafa. Graduada em Arquitetura pela Ufba com especialização em Direção de Arte para Cinema e TV Universidade Estácio de Sá (RJ). Como Diretora de Arte realizou diversos projetos como os longas: Pinta (2013), Comeback (2016), A Finada Mãe da Madame (2016), Sem Descanso (2019), A Cidade do Futuro (2016), Guerra de Algodão (2018) e Longe do Paraíso (2019). Em 2018 começa a investir em seu Projeto de Formação, a Oficina Contínua de Direção de Arte,no intuito de formar mão-de-obra para o mercado de trabalho e fortalecer a importância da Direção de Arte no Audiovisual. Em 2020 realizou 2 edições virtuais e no início de 2021 uma versão mais robusta envolvendo cerca de 20 profissionais. Com a pandemia e a necessidade do Isolamento Social, se aproxima do universo das redes sociais. Reconfigurou o espaço Tanah para ele ganhar força virtualmente, realizando cursos, debates e outras atividades culturais.

 

Júri BRADA de Direção de Arte Competitiva Baiana

Silvia Macedo

Silvia Macedo é arquiteta com mestrado em teoria da arquitetura e urbanismo pela USP e trabalha desde 2004 no departamento de arte e produção audiovisual. Atualmente, ela está desenvolvendo seu projeto de doutorado na Universidade de Reading – Inglaterra sobre o tema: direção de arte e identidade visual no cinema pernambucano. Como estudo de caso, a pesquisa compreenderá um conjunto de 5 filmes em que a direção de arte define uma estética cinematográfica distinta. O objetivo do projeto é sublinhar a importância do conceito de direção de arte e identidade visual e o papel do diretor de arte no cinema, mostrando o quão crucial são para a análise da estrutura da imagem cinematográfica.

Silvia iniciou seu contato com o cinema como produtora de objetos no filme Cinema, Aspirinas e Urubus de Marcelo Gomes. Posteriormente, começou a trabalhar com produção e como direção de arte, ganhando um prêmio de melhor direção de arte no Festival de Cinema do Recife CINE-PE com o filme Rapsódia para um homem comum, de Camilo Cavalcante.

Tainá Xavier

É doutoranda em Cinema e Audiovisual no PPGCINE da Universidade Federal Fluminense. Possui graduação em Comunicação Social – Cinema pela Universidade Federal Fluminense (2004) e mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2012). Atualmente é diretora financeira do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual e professora do magistério superior da Escola Superior de Propaganda e Marketing – ESPM Rio.

Criou o projeto de extensão Dar a Ver – Núcleo de estudo e formação em funções de apoio à direção de arte audiovisual na UNILA, onde foi professora efetiva de 2014 a 2021. Atua na área audiovisual desde 1996, assinou direção de arte e participou da produção de arte de diversas obras, entre programas de TV, filmes de curta e longa metragem e séries. É mãe.

Débora Pascotto

Formou-se em Cinema pela Universidade FAAP e estudou fotografia na Universidade de Arte e Design Emily Carr, em Vancouver. Desde 2011 atua na área e, a partir de 2014, passou a assinar a direção de arte de projetos de ficção, publicidade e videoclipes. A exemplo, destacam-se: o

curta-metragem “The Cosmic Dope”, selecionado para o Staff Pick do Vimeo (2016); “Jackie and the Beantcoinstalk”, curta-metragem selecionado pelo SXSW (2017); o videoclipe “Nave”, de Xênia França, que concorreu à Melhor Direção de Arte no Music Video Festival Awards 2019; o clipe “Vai Render”, de Letrux, que venceu como Revelação no Music Video Festival Awards 2019, além de conquistar a categoria New Talent, no Festival Ciclope – América Latina 2020.