Júri Associações
Competição Nacional


Klaus Hastenreite
Autorais
Klaus Hastenreiter é diretor, ator e roteirista formado em Artes Cênicas pela UFBA e em Cinema pela New York Film Academy. É membro da Autorais, da ABRA e da APC-BA, além de sócio da Olho de Vidro Produções. Com interesse especial em filmes e séries de gênero — transitando entre comédia, suspense e horror — escreveu, dirigiu e produziu cerca de 20 curtas-metragens, selecionados em mais de 500 festivais no Brasil e no exterior, somando mais de 70 prêmios. Entre seus trabalhos destacam-se Não falo com estranhos (2017), premiado no Cine PE e no Panorama Internacional Coisa de Cinema; Mamãe (2021), vencedor do prêmio da APC-BA; e Solange não veio hoje (2024), que recebeu 11 prêmios, incluindo Melhor roteiro no Festival de Paraty. Como montador, foi premiado por In-passe (2021) e Ataques psicotrônicos (2024). É co-roteirista de quatro longas em desenvolvimento, com projetos selecionados pelo PANLAB, e criador de séries como Vida de artista, Maria e Luiza e Brenda. Atua também como consultor de roteiro,professor de cinema independente e diretor e curador do Festival Curta Bahia.
> Sobre a Autorais
Associação de Autores Roteiristas da Bahia é uma entidade de classe que representa e fortalece roteiristas baianos, dedicada à defesa da autoria e à valorização profissional no audiovisual. Fundada como a primeira associação de roteiristas sediada no interior do Brasil, a Autorais atua na articulação institucional, na formação continuada e na promoção de oportunidades para seus associados. Seu trabalho contribui para consolidar o roteirista como agente central da criação e para impulsionar a produção de narrativas diversas, conectadas aos territórios e à pluralidade do imaginário brasileiro.


Marcos Alexandra
APAN – Associação de Profissionais do Audiovisual Negro
Marcos Alexandre é roteirista, diretor, sócio da Gran Maître Filmes. Possui mestrado profissional em roteiro, integrou o programa da Netflix para roteiristas negros e, em 2025,concluiu um curso intensivo na New York Film Academy. Seu curta Caluim foi premiado eexibido em mais de 50 festivais nacionais e internacionais. Seu sci-fi afrofuturista Meu Pai e a Praia teve estreia mundial na 13ª AFRIFF, em Lagos, Nigéria. Atualmente está finalizando o telefilme Sonho de arrocha para TV Globo e Rede Bahia e seu primeiro longa documental Preguiça: trajetória de uma mestra.
> Sobre a APAN
A Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos e apartidária, com atuação nas cinco regiões do país por meio de articulação, mobilização, incidência política e representação institucional. A APAN se reconhece como movimento negro e, desde sua criação, em 2016, defende o fortalecimento das ações afirmativas como princípio e estratégia política fundamental para garantir a inclusão da população negra no setor audiovisual e avançar no combate ao racismo. A associação é fruto de uma articulação histórica de cineastas e profissionais do audiovisual brasileiro voltada à potencialização de políticas públicas que fomentem e ampliem o audiovisual negro no Brasil, tendo como eixo central de incidência a construção de caminhos para um setor atento aos debates raciais, de gênero e territorialidade.


Sol Moraes
API – Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro
Sol Moraes é formada em cinema pela Universidade Federal da Bahia – UFBA, produtora de cinema com mais de 30 anos de experiência no mercado audiovisual. Sócia da produtora Araçá Filmes (@aracafilmes) que esse ano faz 30 anos.
Produziu mais de 40 filmes, entre curtas e longas. Coordenou a produção do longa-metragem 3 Histórias da Bahia (2001) e foi responsável pela produção, em Salvador, do clip They Don’t Care About Us, de Michael Jackson, com direção de Spike Lee.
Ex-presidente da Associação Baiana de Cinema e Vídeo – ABCV-BA e da Associação Brasileira de Documentaristas e Curta Metragistas – ABD Nacional (quando criou o Dia do Documentário). Foi titular do Conselho Superior de Cinema, do Conselho Consultivo da SAV e do Conselho Nacional de Políticas Culturais CNPC.
É associada da Associação de Produtores Independentes – API, Associação de Produtores e Cineastas da Bahia – APC – Bahia e Academia Brasileira de Cinema – ABC.
Criadora do festival Os filmes que eu não vi e do curso A engenharia da produção no cinema, projeto que está no segundo ano.
Hoje preside a coalizão brasileira pela diversidade cultural, associada da International Federation of Coalitions for Cultural Diversity (IFCCD)
> Sobre a API
A API – Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro é uma entidade nacional que representa e fortalece empresas de produção audiovisual independentes em todo o país. Criada para garantir condições de existência ao pequeno produtor, a API atua na defesa de políticas públicas, na promoção de um mercado mais equilibrado e na valorização do cinema nacional como patrimônio cultural, social e econômico. Mais informações, acesse: https://apiaudiovisual.org.br/
Competição Baiana


Priscilla Andreata
APC Bahia – Associação de produtores e cineastas da Bahia
Priscilla Andreata é pesquisadora, escritora, roteirista e produtora audiovisual. Sócia da Baião de Dois, integra a diretoria da APC-Bahia, faz parte da Rede Cabíria de Talentos e do Coletivo MulherCine. Dentre outros, realizou a pesquisa do documentário Mais fortes (Disney/ESPN, 2024), assina pesquisa, roteiro e produção do longa Roque Ferreira – é preciso criar ilusões (FSA/ANCINE, previsão de lançamento 2026), e é roteirista do curta Futebol além dos sentidos, vencedor do prêmio de melhor filme no FutFestBol 2025. Pesquisa narrativa, female gaze e construção da personagem feminina.
> Sobre a APC
A APC Bahia atua há mais de 10 anos representando o audiovisual independente do Estado. Entre suas muitas realizações estão os projetos bases que deram origem a empresa Bahia Filmes.


Fabíola Aquino
Mulher Cine
Fabíola Aquino é cineasta, produtora executiva, roteirista e gestora cultural com 28 anos de atuação no audiovisual e nas artes brasileiras. Sócia-diretora da Obá Cacauê Produções, desenvolve projetos autorais e estruturantes que articulam criação, formação e políticas públicas. Dirigiu e produziu obras como Diário da primavera, Água de meninos- a feira do cinema novo, Samba junino – de porta em porta e Festa de Iemanjá, além de atuar em coproduções como Malês e Àkàrà no fogo da intolerância, obras exibidas em festivais e plataformas digitais. Com experiência na DIMAS/FUNCEB e no DOCTV CPLP, destaca-se pela capacidade de estruturação financeira, captação de recursos e gestão de equipes multidisciplinares.
> Sobre o Mulher Cine
Mulher Cine é um espaço de criação, articulação e fortalecimento de mulheres no audiovisual. Surge como plataforma de formação, desenvolvimento e difusão de obras dirigidas, roteirizadas e produzidas por mulheres, ampliando a presença feminina em todas as etapas da cadeia produtiva do cinema. Mais do que promover produções, o projeto investe na construção de redes, na qualificação profissional e na consolidação de trajetórias autorais comprometidas com diversidade, inovação estética e transformação social.
Em um setor ainda marcado por desigualdades estruturais, o Mulher Cine atua como território de visibilidade e permanência, estimulando novas narrativas e garantindo que diferentes experiências femininas encontrem espaço nas telas. Ao fortalecer vínculos, estimular trocas e fomentar circulação, o projeto contribui para um audiovisual mais plural, democrático e representativo.


Maurício Xavier
CONNE – Conexão Audiovisual do Norte, Nordeste e Centro Oeste
Maurício Xavier É formado em direito, economia e produtor cultural. Sócio-diretor da DPE Entretenimento. Diretor do Gota Instituto de Defesa do Meio Ambiente. Membro titular do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual.
> Sobre a CONNE
A CONNE – Conexão Audiovisual do Norte, Nordeste e Centro Oeste representa 20 Estados Brasileiros que contempla cerca de 2,5 mil empresas, ou seja, 20% das empresas produtoras nacionais, fortemente impactadas pela política pública para promoção da indústria do audiovisual brasileiro. Simbolicamente, representamos a diversidade da produção nacional e conquistamos com o apoio do Congresso nacional a reserva de 30% dos recursos públicos para investimento em nosso mercado na aprovação da lei do audiovisual em 2011, e a seguir na criação do FSA, fundo setorial do audiovisual brasileiro, principal fonte de investimento da produção nacional. Apesar das muitas conquistas ao longo dos últimos anos, ainda lutamos muito para avançar na nacionalização do audiovisual.



