Curadoria
Claudio Marques
Curadoria Longas Baianos, Nacionais e Internacionais

Cláudio Marques nasceu em 1970, em Campinas, São Paulo. Mora em Salvador, definitivamente, desde 1982. Com 25 anos dedicados exclusivamente ao Cinema, iniciou sua carreira na crítica cinematográfica, colaborando com os jornais A Tarde, Tribuna da Bahia e Correio da Bahia, além de ter criado o tablóide Coisa de Cinema. Em 1995 fundou a produtora Coisa de Cinema, onde, ao lado de Marília Hughes, produziu, dirigiu, montou e roteirizou sete curtas, que foram selecionados para mais de 200 festivais, além de ganharem 52 prêmios. Em 2002, idealizou e coordena até hoje o Panorama Internacional Coisa de Cinema, um dos mais importantes da nova geração de festivais de cinema do país. Entre 2008 e 2021, Cláudio coordenou o Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha, projeto idealizado por ele. 

Depois da Chuva (2013) seu primeiro longa-metragem co-dirigido com Marília Hughes, foi selecionado para 32 festivais e ganhou 12 prêmios. A Cidade do Futuro (2016), também co-dirigido pela dupla, venceu 5 prêmios nos 42 festivais em que foi exibido. Cláudio e Marília dirigiram ainda Guerra de Algodão (2018), exibido em 11 festivais nacionais e internacionais e Sobradinho (2020). Graças à forte noção de empreendedorismo, por conta da sua experiência em diversos setores do audiovisual, Cláudio possui amplo conhecimento sobre o mercado cinematográfico.

Marília Hughes Guerreiro
Curadoria Longas e Curtas Baianos, Nacionais e Internacionais

Marília Hughes Guerreiro nasceu em  1978, em Vitória da Conquista, Bahia. Desde 1991, reside e trabalha em Salvador. Formada em psicologia pela Universidade Federal da Bahia, possui mestrado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela mesma Universidade. Desde 2002, Marília dedica-se a um cinema independente, de autor. Desde 2006, é sócia-diretora do produtora Coisa de Cinema – Cinema e Vídeo. Desde 2009, é curadora e produtora executiva do Panorama Internacional Coisa de Cinema, o mais antigo festival de cinema em atividade na Bahia que está na sua décima sétima edição. 

Dentro os filmes realizados, Marília Hughes Guerreiro produziu e dirigiu sete curtas que foram selecionados para mais de 200 festivais, além de ganharem 52 prêmios. “Depois da Chuva”, co-dirigido com Cláudio Marques, foi o seu primeiro longa metragem. O filme foi selecionado para 32 festivais e ganhou 12 prêmios, incluindo os do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Melhor Ator, Melhor Roteiro e Melhor Trilha Sonora) e do Harlem Film Festival, em Nova Iorque (Melhor Filme).”A Cidade do Futuro”, também co-dirigido pela dupla, foi selecionado para 42 festivais de cinema pelo mundo, sendo eleito o Melhor Filme Latino no BAFICI, em Buenos Aires. “Guerra de Algodão”, outra co-direção com Cláudio Marques, estreou no Festival de Montreal e foi exibido em diversos festivais ao redor do mundo, entre eles o Festival Internacional de Cinema Independente de Los Angeles (EUA), Festival de Cinema de Atlanta (EUA) e Festival de Cinema de Mannheim (Alemanha). Atualmente, o filme faz parte do catálogo da Netflix Brasil. “Sobradinho”, quarto longa da dupla, teve sua estreia em 2020, na Mostra de Cinema de São Paulo.

Adolfo Gomes
Curadoria Curtas Internacionais

Cineclubista e crítico de cinema filiado à Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). É curador de mostras e festivais. Ministrou oficinas teóricas de cinema, curadoria e formação crítica. Atuou como programador da Sala Walter da Silveira em Salvador e como coordenador do Núcleo de Difusão, da Diretoria de Audiovisual, da Fundação Cultural da Bahia (2007-2020). Colaborou com as revistas eletrônicas Contracampo e CineRocinante.

Camila Gregório
Curadoria Curtas Nacionais e Baianos

Camila Gregório, é nascida em Salvador e após se formar no curso de cinema e audiovisual da UFRB, decidiu permanecer na região fundando a empresa “Tribuzana Filmes”, com a qual realiza festivais, mostras, oficinas e diversas atividades culturais relacionadas a cinema e música. Como cineasta dirigiu quatro curtas-metragens que circularam em mais de 63 festivais nacionais e internacionais. Como realizadora fez parte da realização de filmes como “Café com Canela”, “Ilha”, “Até o Fim”, “Voltei” entre outros. Trabalha primordialmente com produção, produção de elenco, roteiro e direção.

Ceci Alves
Curadoria Curtas Nacionais e Baianos

Ceci Alves é uma cineasta negra, que imprime em seu trabalho uma narratividade musical, lidando com questões de militância e protagonismo dos excluídos de uma forma afetiva e política. Tem larga experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo e Cinema, e é reconhecida documentarista e curta-metragista, com premiações no Brasil e exterior.

Mestra em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, é roteirista e montadora formada pela Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños, La Habana, Cuba. Ceci também tem Master 2 em Direção pela École Supérieure d’Audio-Visuel, unidade da Université de Toulouse, Le Mirail, França. É professora de Jornalismo, Cinema e Política Cultural, além de ser curadora e júri de diversos festivais e mostras nacionais e internacionais. 

Já teve projetos chancelados pela CHAMADA PÚBLICA PRODAV 04/2014, da Ancine; além de ter desenvolvido as séries dentro do Núcleo de Criação USINA DO DRAMA, atividade de extensão da Universidade Federal da Bahia; para o Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para Audiovisual 2020, organizado pela Flup – Festa Literária das Periferias, em parceria com a Rede Globo. Foi fundadora do Núcleo de Audiovisual do Jornal Correio/site Correio24Horas, em Salvador/BA – no qual ganhou o prêmio Tim Lopes em 2015, pela série de reportagens intitulada Tempo Perdido. Foi ainda Coordenadora da Central de Jornalismo do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia – IRDEB

João Paulo Barreto
Curadoria Curtas Nacionais e Baianos

João Paulo Barreto é jornalista, trabalha como assessor de imprensa, tradutor e crítico de cinema. Colabora para o Jornal A Tarde, para o site Scream & Yell, para a Revista Continente e assina o blog Película Virtual. Desde 2012, integra a equipe de curadoria do Panorama Internacional Coisa de Cinema e a de tradução das obras estrangeiras exibidas. Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), é um dos autores com textos publicados nos livros Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais, Curta Brasileiro 100 Filmes Essenciais e Cinema Fantástico Brasileiro – 100 Filmes Essenciais, lançados pela associação.

Rafael Carvalho
Curadoria Curtas Nacionais e Baianos

Membro da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), escreve para o Jornal A Tarde e para o site Moviola Digital. Doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia, tem interesse na pesquisa em torno da crítica de cinema, do jornalismo cultural e dos estudos de recepção no âmbito da comunicação. Desenvolve pesquisa sobre a crítica de cinema online no Brasil e já se debruçou sobre a obra crítica do intelectual baiano Walter da Silveira. Atualmente é professor do curso de Jornalismo da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), onde desenvolve projeto de extensão voltado para o mapeamento da produção cinematográfica. Integra a equipe de curadoria do Panorama Internacional Coisa de Cinema e ministra oficinas e cursos de escrita crítica. Já fez parte dos júris oficiais de festivais como o CachoeiraDoc (2017) e a Mostra de Cinema Tiradentes (2018), dentre outros. É um dos organizadores do cineclube virtual Segundo o Cinema.