26/03 às 17:25
Cine Glauber Rocha
28/03 às 15:00
Sala Walter da Silveira
Kaabok: O candomblé de caboclo no sertão de Jequié
Kaabok: O candomblé de caboclo no sertão de Jequié
DOCUMENTÁRIO / 48’ / 2025 / COR / BA
Longa Brasil, Panorama Brasil
Mergulho no Candomblé de Caboclo no sertão baiano de Jequié, guiado por Mestres e Mestras que mantêm viva a ancestralidade. O filme revela a força das Caboclas e Caboclos de Pena, Folha e Couro em rituais, cantos e saberes que resistem e florescem. Retrata histórias de Mães e Pais de Santo e suas relações com as entidades, celebrando a firmeza das tradições afro-indígenas presentes na cidade.
FiCha Técnica
Direção: Adriana Fernandes Carajá e Zaire Ominira
Roteiro: Domingos Ailton
Produção: Katarine Maria
Direção de Fotografia: Alex Oliveira
Som: Magno De Santana
Montagem: Ayume Guimarães
Elenco: Mãe Lousinha, Mãe Betinha, Mãe Solange Gomes, Ogã Iuri T’sangô, Ogã Matheus Oliveira, Pai Antônio José Dos Santos, Pai Erisvaldo Santos, Maria Aveni Santos, Maria Francisca De Almeida e Joilson Andrade Santos

Zaire Ominira e Adriana Fernandes Carajá
DIREção
Zaire Ominira é artista multilinguagem cujo trabalho transita entre fotografia, cinema e educação. Dedica-se à direção de documentários como rotina não esquecida (2021), acolhidos (2023), minha ilha, mãos que costuram o sagrado, um corpo e o mundo (2024) e Kaabok: candomblé de caboclo no sertão de Jequié (2025). Sua arte é atravessada pela negritude, pela ancestralidade e pela identidade de gênero, registrando o cotidiano da população negra em suas manifestações urbanas, culturais e espirituais.
Adriana Fernandes Carajá, do povo Kariri-Sapuyá, de Jequié, é pesquisadora indígena e realizadora de projetos artísticos-culturais. Atuou na direção do projeto Kaabok: candomblé de caboclo no sertão de Jequié (2025), documentário inspirado em sua tese de doutorado. Possui experiências na área da antropologia e etnologia indígena, dinâmicas territoriais, fluxo cultural, performances e rituais.



